Capítulo 4 – Herança Maldita


Capítulo 4 – Herança Maldita

Em um desses feriados prolongados, o moradores da casa resolveram fazer um churrasco:
- Hoje eu vou sair da minha dieta – afirma Tamara
- Vou logo avisando que a cocha é minha viu! – exige Helio
- Cala a boca pé de cana, cada um pega o que tiver, acabou perdeu!
- Vou até limpar minha dentadura, pra comer essas carnes dura – diz o velho Manoel
- Pessoal, a comida já está pronta – anuncia Riana
Os caras ficam sem entender se é dela que ela está falando ou do churrasco:
- Alguém aí tem camisinha? – pergunta Umberto
- Pessoal é do churrasco que estou falando!
- Cambada de tarados! – reclama Tamara
- Eu vou comer até dar vontade de defecar – exagera Caíque
Até que naquela mesma tarde, enquanto comia e bebia, Seu Manoel fecha os olhos do nada:
- Ele deve ter pego no sono devido os remédios! – opina Umberto
- Ele está gelado – diz Riana – Seu Manoel acorda!
- Acho que a hora dele chegou – diz Caíque e era o que ocorreu, o velho Manoel faleceu, os moradores da República fizeram o enterro, chamaram o único filho que ele tinha, e único parente vivo – seu Pai foi um grande amigo nosso
- Já tava na hora dessa miséria morrer! – disse  o filho – agora posso fazer o que quero!
- Esse daí é meio estranho - diz Umberto
Depois do velório, quando voltam pra casa, alguém bate a porta da República:
- Deve ser algum cliente meu! – diz Riana
- Eu atendo – diz Caíque
- Olá, sou Advogado do Seu Manoel Assunção!
- O velho já morreu meu caro, só tem o corpo na cova agora! – diz Helio
- É sobre isso, ele deixou uma herança bilionária para vocês! Está aqui a mala de dinheiro com 2 bilhões de reais para Caíque, Tamara, Riana, Umberto e Helio!
- Se eu soubesse que ele tinha tanta grana teria seduzido o velho! – lamenta Riana
- E eu? – questiona Diego – não tem nenhum Diego aí?
- Não, não tem!
Diego saca a arma e ameaça a todos:
- Se ele não deixou nada pra mim, está na hora de vocês fazerem companhia a ele no inferno!
Quando Diego ia atirar, Umberto o empurra, mas a bala pega no bujão de gás explodindo a República, queimando todo mundo vivo, só sobrevivendo Caíque e Tamara, e a mala de dinheiro:
- Acho que demos sorte! – eles fugiram enquanto é tempo com a mala de dinheiro, enquanto os bombeiros acharam os corpos do resto do pessoal carbonizado.
- Para aonde vamos? – pergunta Tamara
- Vamos conhecer o mundo gata! – e viveram felizes para sempre
Fim.

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