Capítulo 5 – Férias Matrimoniais
Capítulo 5 – Férias Matrimoniais
Meus pais sempre comemoram o aniversário de casamento viajando pra algum
lugar, esse ano eles juntaram uma boa grana para irem pra Europa, e nos deixou
na mão de uma carrasca, a Tia May:
- Não pensei que só por que é fim de semana que vocês vão sair pra
namorar, ou vão passar o dia jogando vídeo game, muito menos ver filmes! – lá vem
– muito pelo contrário, vamos todos pro
parque de diversões!
Eita Tia miserável ninguém merece uma Tia dessa:
- Vai comprar algodão doce? – que tortura
- Quantos você quiser meu sobrinho! – é muita humilhação
- E posso levar o Dick?
- Liga pra ele logo – bruxa!
- Vou levar a Selina e a Tália!
O fim de semana de torturas começou, primeiro ela nos ameaçou dizendo que
ia nos fazer comer doces, agora quer nos colocar na roda gigante:
- Peçam o que quiserem que hoje o dia é de vocês!
- Vamos no circo! – pedi
- Circo não Tia, odeio palhaços – pediu o Bruce
- Todos tem que querer, peçam outra coisa!
- Está tendo um luau na praia! – lembrou Bárbara
- Então vamos, enquanto isso vou comprar cachorro quente – que mulher má!
Bruce foi nadar com as namoradas dele, Dick e Bárbara ficaram ouvindo o
cantor, eu fiquei fazendo castelo de areia, a Tia Má trouxe o rango e só
voltamos pra casa quando o dia amanheceu:
- Gostaram?
- Sim! – respondemos para não sermos esquartejados
- Vamos dormir que mais tarde tem mais!
Ela nos fez esquecer dos jogos, das series, filmes e de tudo o que fazíamos,
uma verdadeira bruxaria, mas ela é má desse jeito por que o filho e a nora
morreram mordidos por uma aranha, o Peter e a Mary, agora ela conta os dias
para nos ver e fazer suas perversões, essa mulher é terrível!
Mas os dias de sofrimento acabaram para sempre, no Domingo, após de mais
uma noite de tortura, fomos no quarto dela acorda-la, pois passou das 11 e ela
não tinha colocado nosso café:
- Tia May, acorda – disse Bárbara, mas ela nunca mais iria acordar, ela
estava morta, meus pais tiveram que voltar da Europa as pressas, ela não contou
a ninguém que tinha poucos dias de vida.
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