Amazona Indígena


Amazona Indígena
De: Jonathan da Silva Teles

Prólogo –
Sempre tive vontade de fazer uma heroína ou herói que tivesse alguma característica do povo Brasileiro, então lembrei da minha infância, quando comemorava o dia do índio, e criei a Amazona Indígena, no início ela seria e uma segunda opção tanto de auxílio como sexual do Cavaleiro Celeste, agora ela seduz todos os heróis, nessa história nos distanciaremos disso e falaremos de sua origem.
Introdução –
No tempo do Brasil Colônia, Ezequiel e Felipe desembarcam no Brasil, ambos disputam o coração da índia Amana, ela escolhe por Ezequiel, e do amor dos dois nasce Felina, o mesmo usou um artefato antigo chamado a Estrela de Gizé, e Deus da a Felina a possibilidade de viver até o fim dos tempos, mas Ezequiel partiu após a morte de sua amada, e Felina foi criada pelo Pagé da tribo até os dias de hoje.
1710 – Mapinguari
Felina andava pela floresta quando vê dois guardas imperiais mortos, com seus membros inferiores arrancados e sangue por todo lado, a índia vê algo se mexendo no meio da mata:
- Sai daí bicho! – ela só vê um som esquisito e resolve voltar para a tribo avisar o Pagé – vi homem branco ser devorado por um bicho!
- Isso é problema de Homem Branco! Não se meta!
- Mas devemos ajudar, eu tenho certeza que é o Mapinguari, e se ele invadir a aldeia?
- Menina felina está preocupada demais com homem branco, já não basta ter abandonado a nossa religião pra viver a deles!
- Então felina irá enfrentar o bicho sozinha!
A noite, Felina se esconde na mata, no mesmo local onde aqueles homens havia morrido, pela a sua lança, seu arco e flecha esperando um desavisado passar e servir como isca, até que um outro guarda imperial vai até o local, então o Mapinguari sai do meio da mata e ataca o homem, Felina da um salto e enfia a lança no olho dele:
- Hoje foi sua última refeição! – a criatura joga a índia contra a árvore, mas ela se levanta e usa uma flecha de fogo – você pediu!
O guarda pergunta:
- Como devo te chamar?
- Amazona indígena, diga ao povo da cidade que eu protegerei a floresta!
Pela manhã, quando retorna a oca, ela pega a cabeça do bicho e pergunta ao Pagé:
- Agora quero saber de onde eu vim!
- Menina Felina é filha de Amana com Ezequiel, sua mãe morreu pouco depois de seu parto, e seu Pai foi embora, aí o Pagé teve que criar Felina!
1800 – Boiúna
A cada dia que passa, Felina se pergunta por que vivi tanto tempo e não envelhece, todos os que conhecia já morreram e outros nasceram e ela nada de morrer:
- Pagé, vosso Pai e o Pai de vosso Pai nuca me disse por que nunca morro!
- Menina Felina nunca vai morrer, o Pai do meu Pai disse que Deus lhe escolheu para viver até o fim do mundo!
- Mas que vida sem fim!
- Um dia entenderá o seu propósito!
Certa manhã, Felina foi nadar no Rio Amazonas, uma embarcação estava passando e de repente ela afundou, isso se repetiu por meses, até que ela tomou uma decisão:
- Vou nadar até o fundo do mar e vê o que faz barco grande afundar! – ela nada e vê uma cobra gigante se alimentando das pessoas que morreram – preciso avisar a tribo!
A noite ela reuniu-se com o Pagé:
- Menina Felina, não se meta em coisa de homem branco, o Boiúna pode querer lhe devorar!
- Pois Felina vai matar o Boiúna e trazer a cabeça pra tribo ver!
Na manhã seguinte, Felina nadou no rio de novo, esperou outra embarcação aparecer, quando o Boiúna apareceu, ela pegou sua lança e enfiou na garganta da cobra, depois a arrastou até a mata para arrancar a sua cabeça, as pessoas que estavam na embarcação logo perguntaram:
- Quem é essa mulher?
- Sou a Amazona Indígena, protetora das matas! – e assim surgiu a primeira heroína do Brasil.


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